14 agosto 2009

flor roxa

dizem que "o amor é uma flor roxa colada na testa de um trouxa". será que a gente fica trouxa entre um intervalo e outro de sanidade, ou entre um intervalo e outro de insanidade? estou em busca de respostas. e no momento: trouxa.

9 comentários:

Caco disse...

acho que esse é um caso típico para o qual não existem respostas. é preciso apenas vivenciá-los.

bjs
CACO

Cida disse...

eu só sei que desejo muitas flores roxas nos rostos das pessoas que gosto, tu, evidentemente entre elas.
E como os budistas não devemos esquecer a impermanência da vida, assim, vamos viver, viver e não ter a vergonha de ser feliz, como já dizia gonzaguinha.

um abração!!!

Ederson disse...

de onde eu venho diz-se que o amor é uma flor roxa que cresce no meio das coxa.

:)

laurastorch disse...

ai, aaiiiiiii... :)

Arnaldo disse...

Sanidade ou insanidade, o que importa é estar rouxa.

pen*ka*la disse...

eu conhecia "o amor é uma flor roxa que nasce no coração dos trouxas".

sobre a insanidade, não sei. se arriscar a amar é que é insanidade. e tem jeito?

Rosamaria disse...

eu conhecia como a penkala, no coração e não na testa.
tu tá é apaixonada, conta pra nós...

katine walmrath disse...

bah, nas coxa, no coração, na testa, eu às vezes digo no fígado.
que mania de, como é que se faz com a vaca quando carneia? esquartejar? não. dividir em partes.
bem bom mesmo roxa, roxa, roxa. do fio ao pavio.
já tá como a tua avó?
congratulações.
:-)

Sean Hagen disse...

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na testa, só se for unicórnio.
que é um corno chique, com guampa espiralada.
o que, suponho pela recente flor em botão - apesar da semente hibernando - não ser teu caso.

muitos tuiuius, jaburu.
cantando ao fundo em um pôr-do-sol gigante pra fazer coro pra florzinha que nasce.




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